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33% dos motoristas profissionais tentam escapar do exame toxicológico.

Estudos realizados por especialistas e defensores do trânsito seguro comprovam a eficacia do exame toxicológico na redução de acidentes nas estradas de todo o pais.

Na palestra do dia (20/10) ultima quinta-feira, sediada no Salão Nobre da bolsa de valores, realizada pelo Instituto de Tecnologias para Transito Seguro a discussão mais visada foi a violência nas estradas e vias urbanas em todo Pais. Deixando claro a imprudência dos usuários das vias, com o consumo de álcool e drogas, que é determinante para o acontecimento dos acidentes. Porem há meios de combater essa imprudência, com inovação, tecnologias e uma legislação adequada.
O evento contou com a presença do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que já integrou a Comissão Global de Políticas sobre Drogas, vinculada á ONU.FHC defendeu a realização do exame toxicológico de larga janela de detecção e a importância da sua obrigatoriedade para motoristas profissionais desde março de 2016.
Estudos comprovaram que após 6 meses da implementação da nova LEI que obriga a realização do exame toxicológico para motoristas profissionais com as CNH C,D e E, tiveram uma queda de 38% nos acidentes nas estradas federais em relação ao mesmo período do ano interior. Esse numero só tende aumentar junto com os 33% de motoristas que não renovam suas carteiras ou migram de categoria com medo do exame toxicológico.
A realização do exame toxicológico já mostra seu efeito positivo em outros meios de transporte, como na aviação.O exame já é regularizado na aviação brasileira há 5 anos, e o mundo inteiro já o realiza.Uns dos maiores conceitos da aviação é a segurança, e esse conceito necessita ser aplicado no trânsito brasileiro.

Redução de acidentes e mortes.

No Paraná, aonde se localiza a 3ª maior frota de todo o pais, o resultado da nova legislação já estão sendo positivos. O estado realiza o exame toxicológico desde sua vigência, e registrou uma queda de 23% no numero de acidentes envolvendo caminhões e uma diminuição de 20% envolvendo acidentes fatais.

 

Fontes: http://oglobo.globo.com/